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Evanildo Bechara no Programa do Jô, 2008

Evanildo Bechara*

Entrevista a Evanildo Bechara, gramático e membro da Academia Brasileira de Letras, no Programa do Jô (Rede Globo) em 2008.

Pontos mais salientes:

«Somos imortais mas não imorríveis...»: sobre a Academia Brasileira de Letras; sobre a questão dos acentos no Acordo Ortográfico + os ditongos e o trema; «o acento não é a garantia de que a palavra seja  bem pronuncida corretamente»; os espanhóis só pronunciam a sílaba tónica; a tradição foneticista de Gonçalves Viana, razão para o pendor do critério etimológico na reforma ortográfica de 1945;  a fonética (portuguesa de menino; a importância da leitura no ensino, ao contrário do que hoje vigora nos currículos escolares; «a língua perpetua-se na sua escrita e não na sua fala» (respondendo às críticas dos anti-AO, segundo os quais cresce o fosso entre fala e escrita, no Brasil, em particular (ver o que sobre isto diz o jornalista Alberto Dines do Observatório da Imprensa da TV Brasil); os acentos diferenciais e o seu desaparecimento, o que já vinha acontecendo desde a reforma de 1945, em Portugal; porque é que os espanhóis não entendem o brasileiro ou o português; sobre a crase  («a crase em Portugal é um problema fonético, enquanto  no Brasil é um problema sintático»).

24/03/2014

Sobre o autor

* Evanildo Bechara (Recife, 1928). Professor, gramático e linguista brasileiro. Sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra (2000). É autor de conhecidas obras no domínio da descrição e da normativização da língua, de entre as quais se salientam: Moderna Gramática Portuguesa (37.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 1999), Gramática Escolar da Língua Portuguesa (1.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2001), Lições de Português pela Análise Sintática (18.ª edição, Rio de Janeiro : Editora Lucerna, 2004).

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