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Sobre o que (não) trata o Acordo Ortográfico *

Emissão de 30/05/2015 da Voz do Cidadão, programa do provedor do Telespectador da RTP, Jaime Fernandes, no qual a professora universitária Margarita Correia (vice-presidente do Centro de Estudos de Linguística Aplicada-Instituto de Linguística Teórica e Computacional) contesta fortemente uma peça – disponível aqui – emitida no Jornal 2 (RTP2, 11/05/2015), a propósito do fim do período de transição para a entrada plena do Acordo Ortográfico em Portugal, e posteriormente difundida nos demais canais da televisão pública. Em causa, as informações deturpadas e/ou de todo erradas na referida peça sobre o que trata, verdadeiramente, a nova reforma da grafia da língua portuguesa.1

 

1 Nos reparos à peça em causa – segundo a qual só Portugal aplicava o Acordo Ortográfico e apenas quatro países o tinham ratificado até à presente data (outro erro, porque se trata de seis: Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) –, Margarita Correia incorreu num lapsus linguae, ao falar em ratificação, em vez de assinatura. Foi o que aconteceu, de facto, no ato oficial, ocorrido em Lisboa em 22 de setembro de 1990, com a assinatura da aprovação do Acordo Ortográfico pelos representantes dos então sete países lusófonos (Timor-Leste, ainda não independente, só posteriormente o subscreveria, em 2004) – e não a ratificação propriamente dita. Ainda sobre esta contestação, leia-se o comentário Sobre pessoas que nunca mais devem pôr os pés na RTP, no blogue A Lâmpada Mágica, de Jorge Candeias.

* In Voz do Cidadão de 30 de maio de 2015 :: 03/06/2015

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